Autocuidado também é sorrir sem constrangimento
Mais de 3,5 bilhões de pessoas no mundo convivem com doenças bucais. Entenda como o problema pode impactar autoestima e bem-estar da população. No início do ano, é comum que metas como praticar exercícios, melhorar a alimentação e cuidar da saúde mental entrem no planejamento pessoal. Mas um ponto ainda pouco lembrado é a saúde bucal como parte do autocuidado integral — apesar de sua influência direta na qualidade de vida. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 3,5 bilhões de pessoas no mundo convivem com doenças bucais, muitas delas associadas à perda dentária, dor crônica e limitações funcionais. Além do impacto físico, estudos internacionais indicam que problemas bucais podem interferir em atividades simples do cotidiano, como comer, falar e sorrir com segurança, afetando a participação social e a autoestima. De acordo com Dr. Helder Menezes, especialista no assunto, a perda dentária pode provocar impactos silenciosos — desde a adaptação alimentar até a retração...